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Clockwork Angel by Cassandra Clare Delirium by Lauren Oliver Linger by Maggie Stiefvater Firelight by Sophie Jordan The Ivy by Lauren Kunze, Rina Onur Paranormalcy by Kiersten White
Então não deixem de participar. Gostaram!? Eu adorei!
A cidadezinha de Swoon, em Connecticut, não é nem um pouco parecida com a agitada metrópole de Nova York, onde Candice nasceu. Presa em uma antiga casa de fazenda junto à família de seus tios, ela deveria se concentrar em estudar e se recuperar de um grande trauma. Mas se Candice achava que nada acontecia em Swoon, estava muito enganada. No equinócio de outono, sua prima Penelope - um perfeito exemplo da bondade, inocência e perfeição da Nova Inglaterra - sofre um grave acidente e começa a agir de forma muito estranha: suas unhas à francesinha passam a ser pintadas de vermelho-sangue e ela desenvolve uma curiosa aversão a calcinhas... Candice sabe que algo está controlando de sua prima e definitivamente não é nada de bom. Dentro do corpo louro e perfeito de Penelope, há outra pessoa... um espírito antigo e muito sedutor: Sinclair Youngblood Powers. Mais de duzentos anos atrás, Sin foi culpado pelo assassinato de sua esposa e executado injustamente pelos poderosos da cidade. Agora, seu objetivo é um só: vingança. O problema é que as atitudes de Sin não afetam somente Penelope e Candice; a cidade toda parece estar dando vazão aos seus instintos: violência, adultério, sensualidade à flor da pele... Os habitantes de Swoon, antes tão controlados, estão enlouquecendo. Decidida a exorcizar o demônio, Candice acidentalmente o transforma em um rapaz de carne e osso. Seu adversário agora está ainda mais poderoso e irresistível, mas é preciso destruí-lo antes que a cidade inteira sucumba aos poderes de Sin. Pena que ela está cada vez mais apaixonada por ele.
SEGREDOS DA MINHA VIDA EM HOLLYWOOD: NEGÓCIOS DE FAMÍLIA - JEN CALONITA
Finalmente terminaram as filmagens de Assassinos jovens e belos! Kaitlin Burke pode retomar seu cotidiano no set de Family Affair, uma das séries de TV mais populares dos últimos tempos. E dessa vez seu irmão mais novo poderá acompanhar o dia a dia da estrela, pois é o mais novo contratado da série. Depois de dez temporadas no ar, Kaitlin tem certeza que pode lidar com qualquer probleminha que possa surgir ao longo das gravações. Mas quando linda estrela começa a aparecer demais - dentro e fora do set - , tudo pode mudar para o elenco de Family Affair. A nova diva, Alexis, deixa a já conhecida inimiga de Kaitlin, Sky, no chinelo. Intrigas, traições, suborno, chantagem... a moça está decidida a conquistar um papel definitivo na série e não vai medir esforços para alcançar seu objetivo. Será que Kailtlin é capaz de manter seu namorado, seu trabalho e sua sanidade diante dessa estrela em ascensão? Nesta sensacional continuação de Segredos de minha vida em Hollywood e Na locação, Jen Calonita revela novos segredos dos bastidores da fama.
90 LIVROS CLÁSSICOS PARA APRESSADINHOS - HENRIK LANGE
Um livro sobre os melhores livros já escritos. Clássicos da literatura que você precisa conhecer. E, se você ainda não conhece, essa é sua chance de ler todos eles de uma vez. Mas, se já leu, pode lê-los de novo e testar sua memória. Em quatro quadrinhos ilustrados, você saberá toda a trama de cada título e poderá ler 90 livros em algumas horas. Ótimo para apressadinhos e para qualquer um que ame os livros.
OS DIÁRIOS DE NICK TWISP - C. D. PAYNE
Nick Twisp tem 14 anos e, apesar de intelectualmente avantajado se comparado aos ogros do sistema educacional público, é virgem. Ao conhecer a bela, inteligente e irônica Sheeni, ele testemunha a derrocada de sua vida de filhinho de mamãe... Para conquistar A Mulher da Sua Vida, Nick enfrentará um caminhoneiro e um policial nojentos, um poeta afetado, a polícia federal e inúmeros processos na justiça... Mas, por Sheeni, tudo vale a pena.
Aprendendo a seduzir Patricia Cabot Editora Planeta/sob o selo Essência
Um romance histórico de tirar o fôlego, escrito por Meg Cabot sob o pseudônimo de Patricia
Durante um baile, Lady Caroline Linford abre a porta de um dos cômodos e flagra seu noivo, o marquês de Winchilsea, nos braços de outra mulher. Para a sociedade vitoriana do século XIX, tais escapulidas masculinas eram normais, e cancelar o casamento seria impensável. O jeito, decide a jovem, é aprender a ser, ao mesmo tempo, a esposa e a amante, para que o marquês nunca mais tenha de procurar outra mulher fora do lar. Por isso, resolve tomar lições – teóricas, claro – sobre a arte do amor com o melhor dos professores: Braden Granville, o mais notório libertino de Londres.
Logo nas primeiras aulas começam a voar faíscas e as barreiras entre professor e aluna caem. Escrito por Meg Cabot, sob seu pseudônimo, esse romance vai mostrar que o amor escolhe seus próprios caminhos, sempre imprevisíveis.
Lady Caroline Linford está de casamento marcado com o marquês de Winchilsea, o homem a quem ela deve a vida de seu irmão. Mas durante um baile ela flagra seu noivo nos braços de Lady Jacquelyn Seldon, que está noiva de Braden Granville (oi?). Qualquer outra mulher no lugar de Caroline fecharia os olhos mas não nossa heroína. É a partir daí que a história começa a se desenrolar, Caroline decide que para conquistar seu noivo precisa aprender a seduzi-lo e quem seria o melhor professor se não Braden Granville? Branden por outro lado precisa se livrar de sua infiel e indesejada noiva. Não preciso nem dizer que surge um acordo entre eles néh!? Um acordo do tipo, no que podemos ser úteis um ao outro! Amei o livro! Tem romance, suspense, humor... e cenas HOT. Eu, particularmente, adoro os livros da Meg escritos sob o pseudônimo de Patricia Cabot. Já li três e gostei de todos e a característica mais marcantes de todos eles é uma linguagem adulta com momentos beeem HOT. Esse está super recomendado!
"Não havia luz no quarto. Diferente da anti-sala que era iluminada pelas chamas da lareira em mármore. O fogo era baixo, mas o casal conseguiu deitar-se sobre o divã, deixando a mostra, suas silhuetas. Ainda assim, Caroline foi capaz de perceber as suas características. Ela sabia quem eles eram... Ela sabia quem eles eram muito bem. Ela reconheceu seu noivo, também pela risada através da porta fechada, e foi por isso que ela desejou abri-la, primeiramente. Infelizmente, lhe pareceu que ela deveria ter batido em primeiro lugar, uma vez que ela não desejava, obviamente, interromper um momento de maior intimidade. E embora ela soubesse que deveria anunciar - ou, pelo menos, tornar conhecida, sua presença, ela considerou que não podia avançar mais. Ela se fixou na entrada, olhando muito contra a sua vontade, o momento em que os seios de Lady Jacquelyn Seldon, saíam do corpete do vestido dela, e agora eram envolvidos vigorosamente para cima e para baixo ao ritmo e à força dos quadris do homem que estabelecia uma conexão entre as coxas da Senhora Jacquelyn."
Lou Calabrese é uma roteirista de sucesso – já escreveu vários roteiros de ação que renderam milhões de bilheteria e até ganhou um Oscar! O problema é que seu namorado, o grande astro do filme, resolveu deixá-la pela estrela principal! E agora Lou terá que provar que conseguirá passar por tudo para esquecê-lo e, no caminho, talvez até encontre o verdadeiro amor.
Não sei nem como começar porque esse é um dos meus preferidos da Meg Cabot, esse é aquele livro que você não agüenta esperar tradução e acaba lendo em inglês mesmo, esse foi um dos livros que eu mais fiquei ansiosa pelo lançamento. *-* Dos livros adultos da Meg ouso dizer que Ela foi até o fim é um dos melhores. A autora mistura romance, comédia, suspense e aventura de um jeito super leve e que prende sua atenção até a última página. Lou Calabrese é uma jovem roteirista de sucesso e que alcançou o auge de sua carreira (ela ganhou um Oscar o/). Mas nem tudo são flores na vida dessa mulher bem sucedida já que seu namorado (ator que só conseguiu o mínimo de sucesso graças a ela) de longa data foge para se casar com a estrela de seu último filme (este escrito pela própria Lou). Jack Townsend é aquele ator suuuuper famoso, adorado por todos (e todas) e também estrela de uma série de filmes chamados Copkiller escritos por ninguém mais, ninguém menos que Lou Calabrese. E adivinhem só!? Ele é o ex-namorado da atriz fujona. Jack e Lou precisam trabalhar juntos na filmagem do próximo Copkiller e superar a antipatia mútua que sentem. E nada melhor para melhorar esse relacionamento do que ficarem perdidos no Alasca, sozinhos, fugindo de assassinos. É a partir daí que o livro começa a evoluir e a tendência é só melhorar. A história é um máximo, muito boa mesmo. Até os personagens secundários são maravilhosos e nem um pouco entediantes. Eu fiquei totalmente presa, rindo das brigas dos dois, suspirando nos momentos mais sentimentais (para não dizer hot mesmo), curiosa para saber quem afinal era o assassino. Não consegui parar um segundo e de tempos em tempos releio porque bate aquela saudade. É por essas e outras que nós te amamos Meg Cabot!
“Lou não podia acreditar. Realmente, isto não podia estar acontecendo. Como se as vinte e quatro horas passadas não tivessem sido suficientemente horrorosas, agora foi pega em uma armadilha num helicóptero, a quinhentos metros de altitude, com Jack Townsend e um piloto assassino lunático. Não havia nenhuma justiça. Não havia simplesmente nenhuma justiça no mundo. Bem, supôs que ela tinha pedido por isto. O estúdio não teria estado tão ávido em assinar para outro roteiro de Copkiller se não tivesse sido pelo sucesso meteórico de Hindenburg, provando mais uma vez que se tivesse escrito uma comédia romântica, curta e adorável, em vez de um triunfo do dinamismo do espírito humano, sua vida teria sido muito mais simples. “ Whoa" Jack disse, quando aqueles olhos azuis elétricos finalmente tinham registrado que havia um 38 apontando para o seu rosto. "Hey. Espere um minuto.". "Estou realmente triste, Sr. Townsend," Sam, o piloto, disse, outra vez, sua voz funda soando genuinamente arrependida nos fones de ouvido de Lou. "Mas tenho que fazer o que me mandam.". "O que você vai fazer com isto?" Jack, para seu crédito, não soou apavorado. Ele nem sequer pareceu espantado, até Lou podia afirmar. Ele mesmo se lembrou de falar no microfone pendurando de modo que Sam pudesse ouvi-lo. "Vá em frente. Você vai atirar? Dentro do helicóptero?". Sam assentiu, tristemente. "E empurro você para fora," ele disse. "Essa é a razão pela qual nós não podíamos pegar o Cessna.". "Mas...". Lou não soube se Jack parava para ganhar tempo, nem se ele realmente queria saber. Por qualquer que fosse razão, ele perguntou, sem o menor tom de seu sarcasmo normal, só um ar de desnorteado, "Por quê?". Sam encolheu seus ombros pesados. "Eu já falei," ele disse. "Recebi ordens. Se eu não fizer, eles não me pagam. E eu realmente preciso o dinheiro, Sr. Townsend. Devo algumas pessoas. Agora, se pudesse apenas—". Lou, o seu coração palpitando, e a sua boca seca como osso, não obstante presa a seu cinto de segurança de modo que pudesse se inclinar. Tentou se lembrar das numerosas histórias que seu pai contava na mesa de jantar de lidar com dificuldades, atiradores, ela disse, no que ela esperou que fosse calma, suavizando voz, "Isto é ridículo, Sam. Você não pode atirar em Jack Townsend. O que todo o mundo dirá quando aparecemos no set sem ele?". Sam olhou de novo para ela apologeticamente. "Nós não vamos para o set, senhorita. Veja, liquidarei o Sr. Townsend, então voaremos para—bem, você não precisa saber. Mas tenho um salário esperando por mim. Me aposento depois disto, vê?". Lou engoliu. Sentiu-se como se houvesse areia na sua boca. 'O Retorno da Múmia', 2001. Muita areia tinha voado ao redor daquilo. "E eu?" ela perguntou, com a voz áspera.”
Em "TODO GAROTO TEM", a autora segue a linha de Garoto encontra garota e O garoto da casa ao lado e escreve uma fábula moderna, que vai provocar muitas risadas. Essa era uma viagem que tinha tudo para dar certo: Holly e Mark decidem fugir para se casar numa villa do interior da Itália, tentando evitar o stress causado pela diferença de religião entre suas famílias. Para acompanhá-los como madrinha, dama de honra e melhor amiga da noiva, a cartunista Jane Harris, uma mulher divertida e engraçada que mal pode esperar pela sua primeira viagem ao exterior. Mas é claro que Mark também convidou o seu melhor amigo, o jornalista internacional Cal Langdon, que passou os últimos anos em campos de guerra, plataformas de petróleo e outros lugares inóspitos.
Já no aeroporto, Jane e Cal sofrem de total ódio à primeira vista, e qualquer tentativa de aproximá-los parece ser totalmente inútil: enquanto Jane acha o jornalista um chato terrível, um cínico que não acredita em amor e nem ao menos conhece o personagem de quadrinhos criado por ela, a impressão que Cal tem da cartunista é a de uma mulher ligeiramente maluca para quem o fato mais impressionante a respeito do Coliseu é que Britney Spears gravou um comercial lá.
Mas o que ninguém esperava era que somente esses dois pudessem salvar o casamento de seus melhores amigos. E, nessa inesperada união entre opostos, Cal e Jane acabam por descobrir que, mesmo que não pareça, existe algo que todo garoto tem.
De todos os livros da série Boys esse é o meu preferido, além de conter a dose certa de humor a forma em que foi escrito (diários, e-mails, anotações) também é diferente da que estamos acostumados. Jane e Cal são personagens divertidos e é bem legal como o relacionamento deles vai sendo construído e eles vão superando seus medos. Aiiiii, e o Cal é tãããão fofo (prontofalei). *-* Eu recomendo! E apesar de ser uma série (A série Boys possui mais dois livros antes desse: O garoto da casa ao lado e Garoto encontra garota) os livros podem ser lidos fora da ordem.
"Vou dizer uma coisa: se a Holly armou para cima de mim, vai morrer. Quer dizer, eu sei que ela não gosta do Malcolm, mas será que ela poderia mesmo, a sério, achar por uma minuto que fosse, que eu poderia gostar deste Senhor Nada-Pode-Se-Intrometer-Entre-Mim-E-O-Meu-Blackberry? Fala sério! Ele me perguntou no que eu trabalho (ele só estava puxando papo porque a Holly e o Mark estão sentados bem atrás de nós e ele não quer parecer o Bitolado Controlador que é na verdade na frente deles), e quando eu disse que era cartunista, ele ficou todo: "Tá de brincadeira". Assim, na lata. Tá de brincadeira. E ouve só esta: Ele nunca ouviu falar do Wondercat. Nunca.Ouviu.Falar.Do.Wondercat."
A mulher no viajante no tempo Audrey Niffenegger Editora Objetiva Nota: 9
O livro narra a história do casal Henry e Clare. Quando os dois se conhecem Henry tem 28 anos e Clare, vinte. Ele é um moderno bibliotecário; ela, uma linda estudante de arte. Os dois se apaixonam, se casam e passam a perseguir os objetivos comuns à maioria dos casais: filhos, bons amigos, um trabalho gratificante. Mas o seu casamento nunca poderá ser normal. Henry sofre de um distúrbio genético raro. De tempos em tempos, seu relógio biológico dá uma guinada para frente ou para trás, e ele se vê viajando no tempo, levado a momentos emocionalmente importantes de sua vida tanto no passado quanto no futuro. Causados por acontecimentos estressantes, os deslocamentos são imprevisíveis e Henry é incapaz de controlá-los. A cada viagem, ele tem uma idade diferente e precisa se readaptar mais uma vez à própria vida. E Clare, para quem o tempo passa normalmente, tem de aprender a conviver com a ausência de Henry e com o caráter inusitado de sua relação.
Se você for do tipo sentimental, que se emociona facilmente (tipo aaahn... eu!) pode preparar os lencinhos. A primeira vez em que o Henry “aparece” para a Clare ela tem seis anos. A partir daí as visitas ocorrem frequentemente e ele passa a fazer parte da infância e adolescência dela. Primeiro ele se torna seu melhor amigo e com o passar do tempo ela acaba se apaixonado.
"—Sua esposa também é uma viajante do tempo? —Não, graças a Deus. —por que “Graças a Deus”? Acredito que seria divertido. Poderiam ir aos mesmos lugares juntos. —Com um viajante do tempo por família há mais que suficiente. É perigoso, Clare. —Preocupa-lhe muito? —Sim - lhe respondo baixinho—. Muito, sim. Pergunto-me o que estará fazendo agora Clare, em 1999. Possivelmente esteja dormindo ainda. Pode que não saiba que me parti. —A amas? —Muitíssimo - sussurro. Estamos jogados em silêncio, um ao lado do outro, contemplando as árvores que se balançam, os pássaros, o céu. Ouço um soluço afogado e olho para Clare. Me surpreende ver que as lágrimas lhe sulcam as bochechas até desaparecerem sob as orelhas. Incorporo-me e me inclino sobre ela. —O que te passa, Clare? Clare move a cabeça para diante, em um estertor, e tem os lábios escuros. Acaricio seu cabelo e a atraio para mim até sentá-la e rodeá-la com meus braços. É uma menina, embora não de tudo. —O que acontece? Diz-o tão baixinho que tenho que lhe pedir que volte a repeti-lo: —É que pensava que talvez estivesse casado comigo."
O livro não segue uma ordem cronológica exata e algumas vezes é difícil acompanhar os flashes. Mas ainda assim é um livro muito bem escrito e com uma temática muito interessante que acaba fazendo com que o leitor reflita sobre a situação e em como é complicado conviver com tudo isso. Tanto Henry quanto a Clare em certos momentos acabam descobrindo o que vai acontecer no futuro e precisam lidar com isso, se deveriam compartilhar o que sabem, tentar impedir ou simplesmente deixar acontecer.
"Clare me mostra seu desenho. Já o vi antes, está pendurado junto à mesa de desenho de Clare no estúdio que tem em casa. É certo que tenho um aspecto tranqüilo na composição. Clare a assina e começa a escrever a data. —Não. Não está datado. —Ah, não? —Já o vi antes, e não leva nenhuma data. —De acordo - diz Clare enquanto apaga a data e escreve «Casa Cotovia do Prado» em seu lugar—. Já está. —Me olha surpreendida—. Aconteceu alguma vez retornar ao presente e encontrar um pouco trocado? Quero dizer, o que ocorreria se escrevesse a data neste desenho agora mesmo? O que aconteceria? —Não sei. Tente, digo com curiosidade. Clare apaga «Casa Cotovia do Prado» e escreve: «11 de setembro de 1988». —Já está. Já vê que fácil. —Olhamo-nos, desconcertados. Clare ri—. Se violamos o contínuo espaço-temporal, de momento não se nota muito. —Já te direi se tiver provocado a terceira guerra mundial. —Começo a notar tremores—. Acredito que vou, Clare. Ela me beija, e desapareço."
A mulher do viajante no tempo é aquele tipo de livro que você quer ler uma, duas, três vezes. Me apaixonei logo em que li a sinopse principalmente pelo fato de que o tema “viagem no tempo” foi tratado de uma forma tão diferente de outros livros que já li.
"CLARE: É duro ficar sempre atrás. Espero ao Henry, não sei onde está e me pergunto se ele se encontrará bem. É duro ser a que fica (...)"
"HENRY: (...) Odeio estar onde ela me falta, quando ela me falta. Não obstante, sou eu quem sempre parte, e ela não pode me seguir."
E adivinhem só??
Esse é mais um livro que ganhou adaptação para os cinemas. Aqui no Brasil o filme estreou com o título Te amarei para sempre.
O Segredo de Emma Corrigan Sophie Kinsella Editora Record Nota: 9,5
Emma Corrigan é como qualquer garota. Ela tem alguns segredinhos guardados a sete chaves...
Coisas que mamãe nem imagina: 1- Perdi minha virgindade com Danny Nussbaum no quarto de hóspedes, enquanto ela e papai assistiam a Ben-Hur.
Meu namorado Connor não pode saber de jeito nenhum! 2- Eu peso 61 quilos. E não 56 como ele imagina. 3- Sempre o achei um pouco parecido com o Ken... sim, o namorado da Barbie.
O pessoal do trabalho não faz ideia: 4- Quando minha colega Artemis realmente me chateia, eu molho a planta dela com suco de laranja. (O que acontece quase todo dia, hehehe.) 5- Ih!!... Sou eu que sempre travo a impressora. 6- O pessoal da Informática não presta para nada.
Segredos que eu não conto para ninguém, por nada nesse mundo: 7- A calcinha fio-dental está me incomodando. 8- Já menti muito no meu currículo.
9- Não faço ideia do que significa a sigla OTAN. Nem mesmo do que se trata.
... até abrir a boca para um estranho no avião. Bem, ela achava que fosse um estranho.
A vida de Emma Corrigan não é exatamente um “livro aberto”. Ela tem segredos que não revela para ninguém, muitos deles sobre seu trabalho e seu namorado. No entanto, durante uma viagem de avião repleta de turbulências, ela pensa que vai morrer e acaba contando todos os segredos para o bonitão ao lado. Quando o avião aterrissa, Emma se apressa em pedir desculpas a seu colega de vôo, aliviada em saber que nunca mais verá o lindo confidente. Nunca mais??? No dia seguinte ela se descabela ao descobrir que o bonitão é simplesmente Jack Harper, fundador e presidente da Corporação Panther, em visita ao escritório britânico. A vida tranquila e bem-sucedida de Emma – um namorado perfeito e um emprego estável no marketing da Panther – ameaça ir por água abaixo. De uma hora para outra, ela e suas amigas Lissy e Jemina se envolvem em uma série de eventos desastrosos.
Não preciso dizer nada... Só de ler a sinopse já dar vontade de sair correndo e devorar esse livro. E realmente Sophie Kinsella não decepciona, O Segredo de Emma Corrigan é uma delícia de ler. É aquele tipo de livro que você lê com um enorme sorriso. Há várias cenas hilariantes e é impossível não se identificar com Emma em algum momento da estória (ou seria história?). Destaque para a cena na qual Emma decide virar “muda”. Assim que li essa parte eu fiquei horas rindo que nem boba, aliás sempre que eu lembro eu começo a rir que nem boba (estou fazendo isso nesse exato momento).
Leiam, se divirtam e identifiquem-se pois todos temos nossos segredinhos!
“É claro que eu tenho segredos. Claro que sim. Todo mundo tem. É totalmente normal. Tenho certeza de que não tenho mais do que ninguém. Não estou falando de segredos enormes, de abalar a terra. Do tipo “o presidente dos EUA vai bombardear o Japão e só Will Smith pode salvar o mundo”. Só segredos normais, segredinhos do dia-a-dia.”
Os Delírios de Consumo de Becky Bloom Sophie Kinsella Editora Record Nota: 10
Rebecca Bloom é uma garota londrina com um péssimo hábito. É uma consumidora compulsiva.
Apesar de ser uma jornalista especializada em mercado financeiro, não consegue controlar as próprias finanças. Endividada até a alma, vive fugindo do seu gerente de banco e procurando fórmulas mirabolantes para pagar a fatura do cartão de crédito.
E ainda encontra tempo para se apaixonar.
Um romance muito divertido que faz um retrato de quase todas as mulheres que conhecemos.
Depois de ler esse livro só tenho uma palavra a dizer: MARAVILHOSO! Becky Bloom é uma personagem divertida, meio boba, otimista, atrapalhada e bondosa. É divertido ver como ela tenta solucionar seus problemas (solucoes nem um pouco convencionais), como ela realmente se convence de que tudo o que ela compra é útil ou uma forma de investimento e as desculpas para evitar o temido Derek Smeath, gerente de banco. Ela tem que enfrentar seus problemas sozinha, e encontrar as próprias solucoes. O que valoriza ainda mais a personagem. E como se não bastasse tudo isso ainda existe Luke Brandon (eu definitivamente quero um LB pra mim).
Quer uma notícia boa?Os Delírios de consumo de Becky Bloom é só o primeiro livro da série. Existem mais quatro: Becky Bloom: Delírios de consumo na 5 Avenida, As listas de casamento de Becky Bloom, A irmã de Becky Bloom e O chá-de-bebe de Becky Bloom.
Quer outra noticia boa? Becky Bloom invadiu Hollywood! No ano passado estreou nos cinemas um filme baseado nos dois primeiros livros da série.